terça-feira, 30 de março de 2010


“Hoje acordei com a certeza que os ventos do destino começaram a soprar,

E que o mundo, ele é mesmo um moinho.”

quarta-feira, 17 de março de 2010





" E der repente o velho torna-se novo!"

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009


Desconheço-me,

À medida que revelo a mim mesma a capacidade de mutabilidade do meu ser,

A media em que encontro entre os meus versos mais doridos a minha verdadeira identidade.

Desespero-me,

Quando me deparo com a minha facilidade em forjar meu caráter, e dessa forma rendo-me a mercê do que a sociedade exige de mim.

Enlouqueço,

Cada vez que escrevo, com meu punho cerrado, as tolices de uma incuba mocinha, recém desalinhada do seu modelo de vida, e querendo com todas as forças do seu insignificante ser, gritar o mais alto possível,

Um brado de liberdade!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Estrela, estrela,
Tão bela,
Tão rude.
Por que fazes isto comigo?
Na imensidão da tua beleza,
Está o vazio que há dentro de mim.

Estrela, estrela
Tão longe,
Tão perto,
Longe a ponto de vê-lo por mim,
Perto ao ponto revelar-me a imensa solidão que há dentro do meu ser.

Estrela, estrela,
Tão fulgaz,
Tão indispensável,
Fulgaz, quando não apareces e deixa de revelar-me a esperança que existe em mim.
Indispensável, na imensidão do teu ser.

Estrela, estrela,
Corpo dono de uma infinita beleza transcendental!

(Este eu dedico ao amor passageiro, que me proporcionou uma grande viagem que foi às partes mais remotas do meu ser, e revelou-me novamente a capacidade que tenho de amar, que a tempo fora esquecida, nem que seja por uma noite!)

sábado, 7 de novembro de 2009

O que não levarei dessa vida, Deixo a todos vocês!

Deixo a música que toca no ar,
A beleza da noite,
As ondas do mar.

Deixo a suavidade da flor,

O grito da juventude,
A delicadeza do amor.

Deixo a imensidão do céu,

O banco da praça,

O compromisso de um anel.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Erro?

Uma parte de mim é isto,
Outra parte é aquilo.
Isto que eu vivo,
Aquilo que está preso.

Vivo cheia de pretensões,
Na tentativa de agradar aos que me cercam.
Vivo presa entre os corações,
que os meus pensamentos levam.

Preciso mim libertar,
deixar a "coisa" fluir,
Preciso ser eu mesma.
Mesmo que este eu seja o "erro".

Eu não consigo compreender,
Por favor me dêem algo pra beber...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Clarice Lispector

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